quarta-feira, 1 de abril de 2009

10 formas de evitar o estresse no relacionamento

Pequenas mudanças podem resultar na felicidade tão desejada

Recentemente, ao acessar o site Minha Vida, me deparei com a seguinte enquete: "O que mais te estressa?" Por curiosidade, cliquei para ver a porcentagem dos resultados, e para a minha surpresa o ranking era o seguinte: Filhos 10%, Trânsito 18%, Trabalho-19%, Falta de tempo 23% e Relacionamento 30%. Esses dados me levaram a uma reflexão que eu compartilho com vocês: "Por qual motivo as pessoas têm se estressado mais com os seus companheiros do que com o trânsito que anda insustentável ou com a falta de tempo que por vezes nos faz abdicar de alguns prazeres pessoais?
"Aliando os meus conhecimentos às minhas idéias e experiências profissionais e pessoais, cheguei à conclusão que os principais motivos para tal estatística são a rotina, a frustração pela falta de tempo para a família, a irritabilidade por desejar que o outro seja como você, as brigas, os ataques de ciúme, a ex, o colega de trabalho, as crianças pequenas, as contas da casa, a situação financeira do casal, a falta de sexo, falta de diálogo e as manias irritantes, entre outros hábitos.
Portanto, sugiro essas ações como forma de ajudar a reduzir o estresse, e deixar de fazer parte dessa triste estatística, pois é no relacionamento que devemos nos sentir mais felizes, amados, completos e realizados.
1- Diminua o ritmo e procure ir se acalmando e relaxando no caminho do trabalho para casa, ouvindo uma música ou lendo um livro, para que você não chegue em casa na fúria e despeje toda a sua raiva e frustração no primeiro que aparecer na sua frente. Não se esqueça que os familiares e os parceiros não são culpados pelos seus problemas no trabalho.
2- Durante as refeições e principalmente os jantares comemorativos, procure falar a respeito de vocês, dos sonhos e dos planos para o futuro, aproveitando esse tempo para conversas agradáveis e não cobranças, acusações e brigas.
3- Procure atividades que agradem aos dois e que possam ser feitas em conjunto para sair da rotina, como por exemplo, caminhar no parque, correr de Kart ou passear na praia. Mas lembre-se que tudo deve ser feito na base da diversão e não da disputa, pois vocês não são rivais e não existe "o melhor" ou "o campeão" no casal.
4- Converse com o seu parceiro (ou parceira) sobre os seus problemas, ao invés de despejá-los sobre o outro. Se algo está acontecendo na sua vida, converse e exponha os seus sentimentos, ao invés de gritar "Não é da sua conta" ou "Não adianta, você não entende." Lembre-se que o fardo quando compartilhado é mais fácil de ser carregado.
5- Evite "dar motivo" para brigas fazendo coisas que você sabe que a outra pessoa não gosta. Por exemplo, demorar muito para se arrumar e se atrasar ou deixar o banheiro bagunçado e o quarto desarrumado.
6- Respeite a individualidade do outro e permita a ele momentos de solidão e reflexão. Se a sua namorada estiver de TPM ela vai querer ficar sozinha, recolhida em seu canto, mas não é por que ela não te ama, e sim porque quer te poupar do mau humor e da irritabilidade típicos desse período.
7- Evite criticar a família da outra pessoa, pois não é só você, mas todo mundo exige respeito com a mãe, o pai e os irmãos, por mais diferentes e desagradáveis que eles sejam. Também não impeça que as crianças convivam com os avôs e tios.
8- Compartilhe a educação do filho conversando antes de tomar qualquer decisão, para que um não acabe tirando a autoridade do outro, ou passando por cima da confiança do companheiro e das regras da casa. As mães, por exemplo, têm o péssimo hábito de permitir que as crianças saiam sem a autorização do pai, daí, quando o marido chega em casa e não encontra os filhos a briga é inevitável.
9- Amplie a sua forma de ver o mundo, não enxergue tudo com os seus olhos e nem exija que os outros vivam ou ajam de acordo com o que você acha certo. O seu marido não é obrigado a gostar de comida vegetariana, e nem a sua mulher de assistir futebol no bar com os amigos.
10- Não fique junto apenas por conveniência, pois um relacionamento é feito de amor, carinho, respeito e companheirismo. Se nada disso existe, é porque não há mais um relacionamento e sim uma convivência, que talvez até esteja extremamente desgastada e desprazeirosa para ambos.
Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga Para mais informações, entre em contato: (11) 2028-0500 /

domingo, 1 de março de 2009

Período de Transição

ISTO TAMBÉM PASSARÁ
Conta-se de um rei bondoso e sábio que se encontrava no final de sua vida. Um dia pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu-lhe dizendo:
- Quando fores rei, leve sempre contigo este anel. Nele está uma inscrição.
Quando passares por momentos difíceis ou de glórias, retire o anel e leia o que nele está escrito.
O velho sábio rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que seu pai lhe dera. Passado algum tempo, surgiram conflitos com o reino vizinho que culminaram numa grande guerra.
E num momento de grande angústia no aceso das batalhas, vendo mortos e muitos feridos caídos em meio ao rio de sangue; lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: “Isto também passará”. E continuou a lutar com seu valente exército. Perdeu batalhas, venceu outras tantas, mas ao final saiu vitorioso.
Ao retornar para seu reino, entra coberto dos lauréis da conquista e coroado de glórias, sendo aclamado por todos como o maior dos heróis. Neste momento ele lembra de seu velho e querido pai. Tira o anel, e novamente lê: “Isto também passará”.
Como é importante administrar com sabedoria os momentos de dor e os momentos de glória. No furor dos embates da vida, é primordial ter a certeza que a nossa tribulação é leve e momentânea.
Isto é, não dura para sempre.

Tenham uma ótima semana :))

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

MUDANÇAS

Todo mundo está sujeito a mudanças nessa vida. Mas será que estamos preparados para mudar?? Seja em qual setor da nossa vida - pessoal e/ou profissional - ela pode abalar, desestruturar ou nos libertar, isso vai depender de como iremos encarar esse acontecimento.
Uma das coisas que tenho aprendido na vida é que as mudanças vem sempre para o bem, desde que não façamos as escolhas erradas..é só prestar atenção nos sinais que a vida nos dá, nosso sistema interno sempre está a nosso favor..seja através daquela voz interior, de sensações, sonhos, intuição..os nomes são vários..você escolhe.
A atenção tem que ser bem canalizada para nós, para nosso momento em questão, para decisões que queremos tomar, com o tempo, a prática, observando nossas reações, comportamentos em busca de um auto-conhecimento, iremos adiquirir a percepção das escolhas ideais.
Ficar calmo, tranquilo, pensar para decidir o próximo passo é essencial para acertamos nas decisões e identificarmos como realmente acontece, você consegue!! É certo que encontrará a solução para seus problemas. Ninguém melhor do que você para identifiar isso.
Desejo a todos uma ótima terça-feira.

Beijos e Abraços.

Celiane Abreu

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

PROCURA-SE BEIJOS QUE SATISFAÇAM!


A impressão que tenho é de que estamos todos tentando satisfazer um mesmo desejo, porém de maneira tão individualista e ansiosa que perdemos a noção do que realmente importa.
Assim, a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a "ter" cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações...
E enquanto isso, nos sentimos cada vez mais vazios. Nossa voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que poderia nos fazer sentir melhores seria "apenas" um pouco de carinho.
A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que nos dispomos a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de conseguir um pouco de carinho. Talvez você argumente: "de forma alguma, eu nunca saí com uma garota ou um garoto de programa; jamais pagaria para ter carinho!".
Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente , em busca de afeto; das relações sexuais fáceis e fugazes, da liberação desenfreada de intimidade, da cama que chega às relações muito antes de uma apresentação de corações... Expomos nossos corpos, mas escondemos nossos sentimentos de qualquer maneira!!!
Ou, ao contrário de tudo isso, estou falando da amargura e do mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto...
Enfim, os extremos demonstram exatamente o quanto pagamos. De uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos abrimos para receber.
Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto "prometem" as revistas femininas, as cenas equivocadamente exageradas das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é? Mas não estamos, definitivamente não estamos!
Sabe por quê? Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros. Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Não se trata de contar quantas vezes já esteve com alguém para saber se já pode transar sem ser chamada de 'fácil'...
Trata-se de disponibilidade para dar e receber afeto de verdade, sem contabilizar, sem morrer de medo de parecer tolo; sem ser, de fato, pegajoso ou insensível... apenas encontrar a sua medida, o seu verdadeiro desejo de compartilhar o seu melhor!
Muito mais do que orgasmos múltiplos, precisamos urgentemente de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam, sobretudo, fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é revivescer seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.
Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente. Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual temos vivido. Quem disse que você precisa ficar à espera de alguém que faça isso por você?!?
Não! Você não precisa, acredite! De pessoas à espera de soluções o mundo está farto! Precisamos daqueles que estão dispostos a "serem" a solução! Portanto, se você quer vivenciar o amor, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Torne-se a diferença na vida daqueles com quem você se relaciona, para quem você se disponibiliza.
A partir de hoje, ao invés de sair por aí dizendo que vai "beijar muuuuito", concentre-se na sua capacidade de dar afeto e surpreenda-se com o resultado. Beije sim, sem se preocupar se é muito ou pouco. Beijar é bom, muito bom, sem dúvida; mas empenhe-se antes em trocar afeto, em se relacionar exercitando o respeito pelo outro, o respeito por si mesmo... e estou certa de que os encontros valerão muito mais a pena!
Rosana Braga

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Como ter mais motivação



Cansaço, estresse, falta de vontade, parece ser parte da rotina de boa parte das pessoas atualmente. Para muitos, a vida não é um mar de rosas e a louca corrida em busca de realizar sonhos e alcançar a tão almejada felicidade parece não estar assim ao toque dos dedos. O que impede as pessoas de se sentirem motivadas e dispostas a tornar suas vidas mais enriquecedoras?
Sentir-se realizado é o sonho de (quase) todo mundo. Porém, muitos não conseguem se sentir motivados, porque estão colocando sua energia nos problemas e no estilo de vida atual. O norte americano Anthony Robbins, considerado o maior especialista em Programação Neurolingüistica e autor do Best Seller “Poder Sem Limites”, diz que a qualidade das nossas vidas é a qualidade das nossas emoções. Se você passa seu tempo estressado e preocupado com as dívidas do cartão de crédito, com raiva do chefe ou cansado de tentar resolver seus problemas de relacionamento com seu conjugue, talvez não se sinta motivado nem para acordar de manhã.
As pessoas mais motivadas não ficam pensando nos aspectos negativos de sua vida, elas possuem a visão de onde querem estar e do que precisam fazer para chegar. Isso gera motivação, cria entusiasmo. A visão determina como você vai se orientar emocionalmente.
Uma boa dica e pensar nos aspectos positivos da sua vida pessoal. Já escrevi em outros artigos a importância de aprender a aproveitar aquilo que temos, enquanto não conseguimos aquilo que desejamos. Pensar que o salário está chegando ao fim antes do final do mês, só faz uma coisa com você... Faz você colocar toda sua energia nos problemas que irá enfrentar pela falta de dinheiro. Isso já aconteceu comigo e tenho quase certeza de que já aconteceu com você, mas isso pode ser mudado.
Um aspecto interessante estudado pela neurociência é em relação à fisiologia, ou a forma como utilizamos nosso corpo. Nossa fisiologia afeta dramaticamente a forma como pensamos. Se você quer começar a pensar positivo, mas não consegue. Experimente dançar uma música que goste, praticar algum esporte ou simplesmente pular corda. Essa alteração fisiológica causa também uma mudança em sua representação interna (pensamentos) e, com isso aumentarão as possibilidades de que você coloque sua atenção nos aspectos positivos da sua vida, elevando assim sua auto-estima e sua motivação.


Experimente você não tem nada a perder com isso!
Um forte abraço e sucesso !


Fernando Oliveira



Fernando Recomenda Ler :

As Vantagens da Adversidade
A adversidade é uma das forças mais potentes na nossa vida. Cada um de nós enfrenta uma rica variedade de adversidades a cada dia, desde pequenos atritos até grandes reveses e desafios, ou até mesmo tragédias. As vantagens da adversidade, mescla as comprovadas técnicas de liderança de Paul Stoltz e suas pesquisas pioneiras com os relatos reais e comoventes, cheios de sabedoria, das experiências vividas por Erik Weihenmayer. Este livro tem como objetivo reconfigurar seus mecanismos centrais de resposta para fazê-los reagir com total eficiência diante de qualquer adversidade, no momento em que acontecer. A obra mostra como identificar e nutrir forças da adversidade para trazer à tona as melhores qualidades justamente quando mais se precisa delas, nos momentos de maior pressão, além de utilizar a adversidade para abrir novas possibilidades no trabalho e na vida pessoal. As vantagens da adversidade oferece princípios comprovados e instrumentos práticos que ensinam como empregar a adversidade como uma força para obter realização superior, resistência, agilidade, inovação, energia e felicidade.

Pensamento do guru :

“ Não se ache horrível pela manhã. Acorde ao meio-dia "



quinta-feira, 20 de novembro de 2008

FIM DE ANO É TEMPO DE PLANEJAMENTO

Fim de ano é tempo de planejamento

Por Pollyanna Melo - www.administradores .com.br

O ano de 2008 ficou para trás e chegou o período em que as empresas se fecham para avaliar seu desempenho. E, mais importante, planejar os próximos passos no ano que se inicia. O que nem sempre é uma tarefa fácil.

Muitas vezes a inexperiência ou falta de preparo impedem os gestores de visualizar as tendências do mercado ou mesmo a situação real do próprio empreendimento. Especializado na organização de empresas, o consultor e diretor da AG9 Sistemas de Informação, Luiz Alcantara indica que esse período de avaliação e planejamento é fundamental.

Segundo Alcantara, "É importante fazer um levantamento patrimonial ao final de cada ciclo. Mensurar o aumento ou não do capital de giro próprio da empresa". O consultor pontua que é com base nos dados adquiridos nessa avaliação que devem ser tomadas as ações.

Capital x Estratégia

Se a empresa fechou o ano no vermelho, é hora de buscar mais eficiência e minimizar os custos. "Outra saída é buscar a ampliação de mercados, conseguindo assim maiores margens, abrir mão de gastos supérfluos e estudar os processos operacionais para viabilizar os produtos que geram maiores contribuições à organização", explica o consultor.

Para quem ficou no zero a zero, a perda é tão significativa quanto a de quem teve prejuízo. "Só se faz investimentos para buscar resultados, caso contrário o esforço foi em vão. Quem não saiu do lugar em 2008 perde sua posição de mercado, afinal alguém saiu ganhando no seu lugar".

Já no caso das empresas que sobreviveram à crise e conseguiram um bom capital para investimento, o caminho em 2009 com certeza será mais fácil. “O ano promete uma boa jornada, com as possibilidades de alavancagens financeiras e expansão de mercado com captação de capital com melhores prazos e taxas de financiamentos”, prevê Alcantara.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

BURNOUT

COLABORADORES DESMOTIVADOS OU DEPRIMIDOS?

Os consultórios de psiquiatria e psicologia estão lotados! É a Era da Depressão, sem dúvida! Nunca vimos tantas pessoas queixando-se de tristeza crônica e falta de vontade de seguir a vida em frente, como agora.

Levados pela rotina do atendimento com queixas freqüentemente iguais, os profissionais da área da saúde, muitas vezes, deixam de investigar mais demoradamente as causas ou, até, o próprio paciente, induzido pela esperança em conseguir cura rápida e mais econômica, automedica-se . Porém, há casos e casos! A verdade é que os sintomas de uma verdadeira depressão são nitidamente diferentes de uma desmotivação existencial.

De uma desmotivação existencial pode-se chegar à uma depressão crônica, e às Síndromes do Pânico e outros distúrbios mais graves. Entre os fatores que levam à desmotivação existencial, estão: a falta de iniciativa em conviver com amigos, a acomodação numa vida sem metas, a busca de uma aparência impossível, sonhos inatingíveis de riqueza a curto prazo e a busca fantasiosa de um par perfeito.

Claro que não podemos deixar de considerar aqueles que, ao apresentarem sinais de desmotivação, são acolhidos pelo ninho quente da família e nunca mais desejam dele sair.

Agora, na Depressão, os fatores que a desencadeiam são de natureza química cerebral, somados às tendências biológicas e temperamentais. Quem pode concluir o diagnóstico é sempre o profissional especialista na área: Psiquiatra ou Psicólogo. Ocorre, ainda, a Depressão temporária, fruto do estresse físico – emocional, nos momentos de grande mudança na vida das pessoas: separação, luto, perda financeira, formatura, troca de emprego, de moradia, etc.

Nesses casos, os fatores considerados, em ordem decrescente de impacto emocional e de estresse, são:

1- morte de ente querido – lembrando que há muitas formas de uma pessoa morrer para a outra;

2- separação, divórcio ou perdas afetivas significativas;

3- perdas financeiras ou da estabilidade (aqui também entram o estado de guerra na sociedade, tal como o caso das facções criminosas no Brasil);

4- troca de emprego, para melhor ou pior;

5- troca de moradia.

Se somados dois ou mais fatores num prazo de um ano, as chances aumentarão. E as empresas? Como podem lidar com essas fases de vida dos colaboradores?

Como estão muito freqüentes, os casos devem ser diagnosticados após uma verificação cuidadosa do estilo de liderança adotado pela empresa, pois, nesses casos, a Depressão conseqüente é a chamada “Síndrome de Bournout”, com sintomas muito parecidos aos das Depressões comuns, mas que estão associados ao ambiente de trabalho, geralmente como conseqüência de maus relacionamentos e de pressões extremas recebidas.

O Ministério do Trabalho julga culpado o infrator, seja líder ou colega de trabalho, que gere no trabalhador, pela coação ou extrema provocação, os sintomas característicos: falta completa de motivação; tristeza; apatia; aversão ao ambiente de trabalho com a presença do infrator; perda de saúde geral com maior predisposição às doenças – com afastamentos constantes do ambiente de trabalho; doenças do estômago e intestinos; sinais evidentes de ansiedade crescente, e outros.

Por esse motivo, as empresas modernas adotam critérios de análise de perfil e liderança de seus gerentes. Afinal, a responsabilidade pelo ambiente de trabalho e a produtividade é do nível gerencial, quando o mesmo recebe da diretoria total apoio às implementações necessárias em seleção de pessoal e benefícios motivadores para sua equipe.

Gilmara RagazzoProfessora universitária, consultora, Psicóloga Clínica e Empresarial.


"Você não pode ensinar nada a um homem; você pode apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo." Galileu Galilei

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Os 10 maiores erros na dinâmica de grupo

Os 10 maiores erros na dinâmica de grupo
Entenda o que pode acabar com suas chances de seleção

Você pode até ficar nervoso na medida em que o processo de seleção da vaga que tanto almeja progride. Mesmo assim, consegue ser aprovado etapa a etapa. Chega então a dinâmica de grupo e tudo parece correr bem, mas no dia seguinte, um telefonema rápido ou mensagem eletrônica lacônica informa que você foi desclassificado. O que aconteceu? Tudo parecia ter corrido relativamente bem, mas você acabou descartado. Por que? Algumas vezes o motivo pode estar relacionado com algum deslize seu muito mais do que na capacidade que você tem para ocupar a tal vaga. Se se encaixar nas exigências de um cargo já é tarefa difícil, não dá para dar mole e errar justamente naquilo que parece mais elementar: o comportamento na dinâmica. Para isso, o Universia ouviu a opinião de empresas e pessoas ligadas à processos de recrutamento para descobrir quais são os dez principais erros cometidos numa dinâmica de grupo. Veja a seguir o que eles revelaram.

Entrar mudo e sair calado
"A dinâmica é uma ferramenta que reflete o dia-a-dia do trabalho da empresa. Para isso são analisadas as negociações, a execução de tarefas e a organização, entre outras coisas. O essencial para o candidato é se comunicar num processo seletivo. É necessário participar, falar, se expressar e não ficar alheio à discussão. Quem não interage corre o risco de deixar os concorrentes se sobressaírem. A proposta da dinâmica é entender como os candidatos agem, trabalham em grupo, expõe idéias e se relacionam. No entanto, deve-se manter o equilíbrio para não falar demais e bancar o líder, ou ficar sem participar e não mostrar as qualidades e potenciais."
Luiz Alberto Bueno - gerente de recrutamento e seleção da Novartis Brasil
Não conhecer sobre a empresa
"Se o candidato chega à dinâmica e não sabe o que a empresa faz, transparece que não teve interesse de buscar informações sobre a companhia. Comparecer num processo seletivo informado sobre a organização, os produtos, o que desenvolve ou se está crescendo na área de atuação é muito importante para o desenvolvimento do candidato na dinâmica. Se existe conhecimento sobre a empresa há maior identificação e mais motivação dos candidatos."
Renata Damásio - consultora de carreira da Cia de Talentos

Vestuário inadequado
"A roupa do candidato deve ser formal e não pode chamar mais atenção do que ele. O essencial é saber qual é o perfil da empresa para não errar. Para as mulheres o mais importante é tomar cuidado com saias e vestidos, além da maquiagem excessiva. Os homens devem evitar camisas coladas, calças jeans com muitos bolsos e o boné, que é inadmissível. Cores fortes, brilhos e acessórios vistosos também são mal vistos pelos selecionadores. Quando o candidato abusa na roupa, a empresa pode interpretá-lo como alguém artificial, que pode esconder alguma coisa e não tem muito a oferecer."
Tadeu Otávio Tales Sampaio - coordenador de estágio e professor de Psicologia da Universidade Fumec de Minas Gerais

Falar mal da empresa ou chefe anterior
"É complicado um candidato que está em busca de novas oportunidades falar mal da empresa em que trabalha ou do atual chefe. Fica perceptível a postura errônea desta pessoa e a falta de ética. Existem outras maneiras de falar, o momento e a forma certa de colocar um ponto de vista. De imediato passa imagem negativa. As condições particulares não precisam necessariamente ser ditas. De repente, ele fala que está a procura de algo novo, pois a organização vai contra o que acredita. Quando o candidato fala no impulso, a impressão que passa é que diante do primeiro problema com que se deparar, vai falar mal ou procurar outra coisa."
Luciana de Barros - analista de recursos humanos sênior da unidade de venda direta do Grupo Whirlpool

Fingir comportamentos
"Inventar algo que não existe é uma forma negativa de tentar passar numa dinâmica de grupo. Se os observadores forem experientes, esta ação é percebida na hora. O candidato acredita que simular ou se colocar de forma não natural seja positivo para conseguir passar, no entanto, é erro grave. A dinâmica faz parte de um conjunto, e desta forma, manter postura fictícia não é fácil e pode contradizer com as atitudes e comportamentos. Os exercícios estimulam uma expressão espontânea e o candidato com postura irreal não vai ficar a vontade, ter criatividade e naturalidade."
Alice Dias Paulino - psicóloga da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e psicóloga do trabalho da ABRE (Agência Brasileira de Estágio)
Supervalorização de si
"Algumas características são fatais. O candidato que se supervalorizar olhará para grupo com visão superior. Porque ele é de escola ou faculdade melhor, fala idiomas e já viajou, pode chegar se achando o máximo e se julgar mais valorizado. Por mais sutil que seja, é perceptível e condenado pelas organizações. Muitas vezes não precisa nem falar, a própria postura da pessoa condiz com esta atitude. Hoje em dia a boa formação é considerada um diferencial, mas a competência comportamental também precisa ser desenvolvida."
Ricardo Dreves - diretor geral da Dreves e Associados Consultoria em Recursos Humanos
Currículo com informações mentirosas
"Quem está procurando vaga deve apresentar conhecimentos reais no currículo, pois qualquer informação falsa pode ser percebida na dinâmica. Colocar inglês fluente e não falar, ter conhecimento em informática e o mesmo não existir, o desclassificará do processo. Na seleção, o candidato dá ênfase nos conhecimentos que mais domina, quando a dinâmica pede alguma atividade mais complexa, que exija os conhecimentos na prática, há chances de não se dar bem. Às vezes, a apresentação pessoal pode ser em inglês e faltar com a verdade nesta ocasião não soará bem de modo algum. Mentir em questões técnicas é inadmissível."
Mirian Meireles - pedagoga e diretora da GNE (Gerenciamento Nacional de Estágios)
Falta de postura
"O compromisso profissional é observado o tempo todo. Tudo o que o candidato faz pode ser usado contra ou a favor dele. Chegar no horário, respeitar o local em que está, responder quando é chamado, fazer perguntas quando houver oportunidade, são fatores que precisam ser respeitados e, também, são valorizados pelos selecionadores. Quando não acontece, o candidato deixa uma imagem ruim. Na dinâmica de grupo 'compramos' alguém e a pessoa se 'vende'. Observamos mais o conteúdo do que a quantidade de ações."
Camila Dantas - responsável pelo desenvolvimento pessoal da Braskem
Conversas paralelas
"Prestar atenção enquanto o colega se expõe é questão de respeito. Geralmente as turmas são grandes e requer paciência até todos se apresentarem. Evitar conversas com pessoas próximas mostra que existe foco com quem dirige a dinâmica ou com quem interage no momento. Deste modo, o candidato demonstra atenção, respeito, ética e profissionalismo. Quando há conversas, o selecionador pode interpretar como atitude de candidato sem concentração em suas ações e até como falta de educação com o próximo. Na maior parte das vezes o selecionador não vai chamar a atenção de quem tem esse comportamento, mesmo porque o objetivo é fazer com que as pessoas se mostrem como elas são."
Paulo Ishimaru - gerente de comunicação do Grupo Soma Consultoria em Recursos Humanos

Não dar importância ao trabalho da equipe
"Quando o candidato trabalhou pouco há dificuldade de lidar com atividades em equipe. As instituições que não são de primeira linha forçam os alunos a fazer mais trabalhos em grupo, realizar atividades fora da sala de aula e procurar emprego. Consequentemente são candidatos que possuem conhecimento maior e podem se dar melhor numa dinâmica de grupo. Já os universitários das faculdades de primeira linha, em alguns casos por terem poder aquisitivo melhor, não são estimulados tão cedo a buscar oportunidades no mercado, executam mais atividades individuais e ficam centrados na própria instituição. Numa dinâmica é necessário entender de hierarquias, pessoas e como trabalhar em grupo."
Ricardo Dreves - diretor-geral da Dreves e Associados Consultoria em Recursos Humano

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

HUMOR ORGANIZACIONAL

O ambiente organizacional freqüentemente é tema de piada। Veja essa:

Ser funcionário, não é fáसिल
Se é atencioso… é puxa-saco
Se não é… é अर्रोगंते
Se chama o chefe de “você”… é फोल्गादो
Se chama o chefe de “senhor”… é देसम्बिएन्तदो
Se fica depois da hora… está fazendo méदिया
Se sai na hora certa… é देसिंतेरेस्सडोस
e cumpre estritamente as normas… não tem इनिसिअतिवा
Se questiona… é इन्दिस्सिप्लिनादो
Se elogia… é गोज़दोर
Se critica… é इन्सुबोर्दिनादो
Se diz-se satisfeito… é hipóसरिता
Se diz-se insatisfeito… é इन्ग्रतो
Se não tem trabalho… é porque não procuraSe tem muito trabalho… é लेर्दो
Se faz cursos… é अप्रोवेइतादोर
Se não os faz… não tem vontade de क्रेस्सर
Se परोचुरा conhecer outros serviços… é दिस्पेर्सिवो
Se só entende do seu… é बितोलादो
Se não colabora… é mandado एम्बोरा
Se colabora… o chefe é promovido।

Fonte: Extraído do site Comunicação Empresarial On Line, na sessão Humor Executivo.
Importância do Bom Humor
Postado em 24 de outubro de 2008 · por Profª. Rita Alonso Comunicação, Empregabilidade, Humor, Recursos Humanos ·
Com o crescimento da economia, após a globalização do mercado, houve um grande aumento na competitividade. Com isso, além de um produto qualificado, as empresas começaram a se preocupar também com a questão do diferencial competitivo. Devido a todo esse clima de concorrência entre as organizações, as pessoas que estão inseridas nesse meio passaram por uma mudança radical de comportamentos perante o mercado para poder acompanhar essas transformações. Isso trouxe como conseqüências resultados já conhecidos por nós, tais como, noites de insônia, constantes dores de cabeça, enfim, o conhecido estresse, que por sua vez deixa as pessoas mal humoradas, incapacitadas de produzir.
Surgiu, então, a preocupação com a qualidade de vida no ambiente organizacional. O mundo globalizado se deu conta da importância do ser humano na empresa, valorizando assim suas emoções no espaço corporativo, pois os sentimentos podem influenciar consideravelmente em seus resultados.
Alguém já percebeu o quanto nos sentimos bem quando sorrimos, quando estamos alegres, felizes? Tudo isso tem uma explicação. Quando passamos por um momento como esse, nosso cérebro libera uma substância chamada “endorfina”. Essa substância nos dá uma sensação de bem-estar, alívio e leveza.
Algumas empresas, percebendo a importância do bom humor, estão desenvolvendo trabalhos com o objetivo de melhorar o ambiente profissional e, conseqüentemente, a sua produção. Ainda são pouquíssimas as organizações que se deram conta da importância, pois trata-se de um assunto pouco debatido, que ainda não evoluiu ao ponto de despertar o interesse dos gestores de pessoas. É claro que as ações realizadas por esses líderes trazem frutos positivos. A questão do investimento no bom humor seria mais um aliado importante para as organizações que prezam pela qualidade de vida e pela motivação do seu pessoal.
A sensação de bem-estar que sentimos é causada pela liberação de endorfina produzida pelo nosso cérebro, que contribui para um melhor batimento cardíaco, ajudando na circulação sanguínea. Portanto, quando escutamos que sorrir é o melhor remédio, isso não é utopia, existe uma explicação científica para essa afirmação.
Com os benefícios do bom humor, o colaborador desempenha melhor suas tarefas, melhora sua criatividade, aumenta a produção e contribui para um ambiente de trabalho menos tenso. Um funcionário bem humorado contagia outros com a sua alegria. Na empresa onde trabalho, escutei comentários de pessoas que chegaram para trabalhar naqueles dias quando nada dá certo. Na companhia de colegas que sempre estavam brincando, contando uma história ou outra, o dia desse mal humorado começou a se transformar para melhor, ou seja, a ficar mais descontraído, relaxado.
Como somos seres humanos, temos problemas pessoais que afetam nosso lado psicológico; juntando com os problemas profissionais, é difícil administrar nosso controle emocional. Como conseqüências, atingimos pessoas que não têm nada haver com a nossa situação problemática . E o pior, acabamos também estragando o dia desse colega afetado pelo nosso mal.
É importante lembrarmos a história da laranja podre, em que esse fruto afeta os demais que estão bons. Por isso, sempre digo para eliminarmos essa “laranja podre”, contagiando-a com alegria, humor. É muito mais fácil uma pessoa ser influenciada positivamente por um número de pessoas bem superior a ela no requisito felicidade. Um companheiro que está sempre humorado atrai outras pessoas. Todos querem ter sempre por perto essa pessoa que está sempre alegre, feliz, que traz bons fluídos para o local de trabalho.
A importância do bom humor para os enfermos - Pesquisas realizadas comprovam que o bom humor diminui em até 20% o tempo de internação de um enfermo. O filme, em homenagem ao médico americano Patch Adams, retrata bem essa teoria. Ele foi protagonizado pelo ator Robin Williams com o título: “Patch Adams, o amor é contagioso”. Na prática, ele conduzia o tratamento dos pacientes através da alegria, levando brincadeiras para as crianças.
Um outro exemplo são os “doutores da alegria” que, assim como Patch Adams, visitam hospitais caracterizados de palhaços, também levando alegria para as crianças enfermas. Como eles mesmos se definem, são “palhaços que fazem de conta que são médicos para crianças que fazem de conta que acreditam”. O trabalho desse grupo vem trazendo resultados significativos para as crianças que passam boa parte do seu tempo nos hospitais.
O riso é importante. Vamos sorrir, liberar endorfina. Com certeza nosso dia-a-dia será bem melhor, mais produtivo e criativo, sendo benéfico também para a nossa saúde mental e física.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

SUPERAÇÃO

SUPERAÇÃO

Sabem o que é superação?


Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos।
Superação é trabalhar da melhor forma possível independentemente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes



Celiane AbreuPsicológa e Consultora Organizacional
parceirosdorh-subscribe@yahoogrupos.com.

http:// celianeabreu.blogspot.com(86) 9423-5300/9447-9366

quarta-feira, 24 de setembro de 2008


POR QUE ABANDONAMOS AS COISAS PELA METADE?

Por que abandonamos as coisas pela metade?
Resposta: Porque temos medo de tudo que nos parece desconhecido.
O arriscar no novo nos torna inseguros. É mais fácil e confortável permanecer na mesmice e na rotina. Ela não nos ameaça com derrotas.
Porém…
A rotina também nos destrói, assim como ela nos conforta, prega a peça de nos sentirmos estacionados, ansiosos e ter a triste visão de nossos desejos sendo frustrados a cada dia.
Todas as vezes que nos deparamos com o novo, nossos medos se manifestam…
Sentimos medo da derrota, das críticas alheias, do tempo que passa, da morte…
O fantasma da derrota é um dos maiores inimigos da vitória, do tentar, do fazer acontecer. Tanto que existem frases como “Gato escaldado tem medo de água fria…”, “Mais vale um pássaro na mão, que dois voando”, “Um homem prevenido vale por dois”…
O medo das críticas alheias não nos deixa arriscar porque sempre estamos nos importando com a opinião alheia. E para este tipo de medo temos frases em nossa consciência do tipo: “O que vão pensar de mim?”, “Será que serei bem aceito no grupo?”, “Acho que eles estão rindo de mim”.
Outro medo terrível é o medo do tempo que passa… e passa a galope! E a galope vêm pensamentos do tipo: “Será que ainda terei tempo de realizar meus objetivos, alcançar minhas metas?”, “Será que conseguirei atingir o que programei a tão longo prazo?”.
Se estacionar nos faz infeliz e desbravar novos caminhos nos faz temerosos… Então o que decidir? Qual caminho seguir?
Mas antes de seguir é importante refletir: quais meus medos? O que me segura no mesmo lugar e me impede de avançar?
O que, afinal, me impede de ir à frente?
Medo da censura?
Medo da solidão?
Medo da morte?
Quais são as minhas feridas?
Ego?
Ciúme?
Insegurança?
Ressentimento?
Sentimento de inferioridade?
O primeiro passo é a auto-análise. Se conhecer primeiro, para só depois trabalhar as deficiências. Repito: Se conhecer é o primeiro passo!
Mas não se iluda. As feridas são normais. É humano possuir sentimentos como ciúme ou inveja. Por exemplo, se o meu vizinho compra um carro novo, melhor que o meu, posso sentir inveja. Reconhecer isso é o primeiro passo. Inveja é sentimento que todos nós temos! Mas o que fazemos com este sentimento é que é o fundamental.
Penso: estou com inveja do carro novo do meu vizinho, ótimo! Se ele tem, então também posso ter um. Vou guardar dinheiro, gastar em menos bobagens e comprar um pra mim também. Mas se concluo: estou morrendo de inveja do carro novo do meu vizinho e vou lá riscar o carro inteiro. Então este é um comportamento patológico, doentio! E tenho que trabalhar este sentimento dentro de mim. Primeiro reconhecendo, segundo sabendo que este sentimento é normal. A anomalia é o que eu faço com este sentimento.
Existe uma história de uma freira que vivia num convento. Todas as freiras passavam o dia inteiro cantando e orando. Menos esta freira. Ela passava os dias trabalhando. Limpando os banheiros, a cozinha, limpando assoalhos. Enquanto todas as outras cantavam e oravam ela fazia as obrigações pesadas.
Um dia perguntaram à freira se ela se sentia “revoltada” com aquela situação, ela levou um susto e respondeu: “-Não, imagine! Sou uma freira e não posso sentir revolta!”. Quando mudaram a pergunta para “Você sente magoada com esta situação” ela logo responde: “Ah, eu sinto mágoa no coração, porque também desejaria estar junto às outras orando e cantando”.
Logo…
Mágoa é revolta de freira!
Você pode até mudar o nome. Mas o sentimento é o mesmo!
Vou aproveitar e contar outra história: Existia numa cidade do interior a imagem horrível de uma santa muito mal feita de barro. O pároco da igreja novo na cidade não gostava nada daquela imagem que destoava das demais e teve a idéia de uma procissão pelas ruas mais esburacadas da cidade com a santa em cima de um andor na esperança que ela caísse e quebrasse. O que realmente acabou acontecendo. Só que com a queda o barro se partiu deixando amostra uma santa toda em ouro maciço. Acontece que um outro pároco a muitos anos com medo de assaltos mandou fazer aquela capa de barro. E muitos na cidade rezavam sabendo que por baixo de tanta feiúra se escondia puro ouro.
Então pare e pense… Por trás de tanta ansiedade existe um sentimento que você pode transformar em ouro puro. Mas lembre-se, só você pode fazer isso!
Prof.ª Rita Alonso

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Regulamentação do Estágio Profissional

Fonte: Folha Online

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13/08/2008) o projeto de lei que regulamenta o estágio profissional e estipula os direitos e os deveres das empresas e dos estudantes. Entre os principais pontos o projeto determina a remuneração ou outra forma de contraprestação ao estagiário.
O estágio, definido pelo projeto como um ato educativo supervisionado em ambiente de trabalho, não criará vínculo empregatício com a empresa.
A proposta ainda define cargas horárias máximas para o estudante. Para os alunos da educação especial e do ensino fundamental não poderão ter mais do que 4 horas diárias --ou 20 horas semanais-- de estágio. Para o ensino superior ou a educação profissional de nível médio, o limite máximo será de 6 horas diárias -- ou 30 semanais.
Outro ponto que favorece os estudantes é o direito a férias de 30 dias por ano ou proporcionais ao tempo do estágio, que não pode ultrapassar dois anos.
Poderão oferecer estágios as empresas privadas e os órgãos da administração pública direta de todo o país. A proposta agora segue para sanção presidencial.

Enviado por Mario Faccioni
Blog da Itala

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sua vida depende disso!

Aposto que existem muitas situações diferentes que o deixam frustrado. Mas você já parou para pensar porque é que existe frustração?Porque é que ficamos frustrados? Porque é que temos essa emoção dentro do nosso repertório emocional? Ela certamente não nos traz prazer. Então para que ela existe?Segundo Ralph Marston, é porque a frustração nos dá foco. Não importa o que cause a frustração, seu propósito é estimular ações positivas. Se não tivéssemos a capacidade de nos sentirmos frustrados, teríamos que suportar eternamente esses fatores negativos. Para Marston, a frustração nos mostra que há algo errado, e que temos que agir para mudar isso. Afinal, a frustração só acontece quando a realidade não se encaixa com o que esperávamos da vida.Quando alguma coisa derrubá-lo, a melhor coisa a fazer é voltar a levantar-se. Pessoas de sucesso passam por tantas dificuldades quanto qualquer um, se não mais. Segundo Marston, a diferença entre o sucesso e o fracasso não é o número de vezes que você é derrubado. A diferença está na velocidade com que você se levanta. Dificuldades não devem ser desculpas para não tentar - são desafios para avançar. É fácil reclamar quando você sofre um desapontamento. Fácil e inútil. É fácil encontrar algo ou alguém em quem jogar a culpa. Mas isso raramente melhora a situação.Você tem nas suas mãos todas as habilidades necessárias para ser tudo o que quiser ser. Norman Vincent Peale disse "Mude seus pensamentos e você muda seu mundo". Entretanto, podemos ir um passo além: mude suas ações e você muda seu destino.Suas ações revelam a dedicação e as verdadeiras prioridades na sua vida. Elas criam a substância do seu destino. Suas ações fazem toda a diferença no resultado final, e estão completamente sob o seu controle. A qualidade da sua vida é determinada pela qualidade e consistência das suas ações, não apenas de seus pensamentos. Agir sem pensar é ignorância. Pensar e não agir é pura ilusão. Então pense e tome ações positivas todos os dias, como se a sua vida dependesse disso. Porque ela depende.

Raúl Candeloro

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Assuma a responsabilidade pelo seu sucesso

"Porque que vários profissionais das mais diversas áreas se dizem injustiçados quando não conseguem a tal sonhada promoção? A resposta está em como cada um deles têm assumido a responsabilidade e o compromisso de fazer um pouco mais, sem esperar “aplausos” o tempo todo.
Anualmente milhares de brasileiros saem do país em busca de melhores oportunidades, nos Estados Unidos, Europa e Japão. Quando chegam, lutam para conseguir um emprego, ficam na ilegalidade (muitos são mal tratados), e quando conseguem um trabalho, se dedicam arduamente para juntar dinheiro e só então voltar ao país. A questão é; se as pessoas ficam tão dispostas a dar o melhor de si fora do Brasil, porque não fazem o mesmo aqui, onde falam a mesma língua e as oportunidades acontecem a todo o momento?
A verdade é que se você tem muitas facilidades, tais como, casa, comida e “roupa lavada”, talvez não descubra um forte motivo para dar o melhor de si. Dizem por ai que a necessidade é mãe da habilidade. Isso significa que para dar o melhor de si, você precisa pegar para si a responsabilidade de fazer acontecer.
Você conhece alguém que começou em um novo trabalho cheio de entusiasmo e vontade de fazer acontecer, mas depois de algumas semanas já entrou na “onda” dos outros? Alguns reclamam de que foram contaminados pela negatividade dos funcionários mais antigos, outros dizem que foram boicotados pelo chefe. O fato é que todos os dias, nós temos a oportunidade de escolher como iremos lidar com todas essas situações. De que forma? Assumindo 100% a responsabilidade por nosso próprio sucesso e aprendendo a tomar decisões superiores que, aliás, são as únicas coisas que temos pleno controle.
O filósofo de negócios e autor de sucesso, o norte americano, Jim Rohn, diz que uma decisão pode mudar completamente o rumo de nossas vidas. Estamos a todo o momento construindo nosso futuro, mas poucas vezes nos damos conta de como é importante refletir antes de fazer algumas coisas. Procrastinamos, evitamos as responsabilidades, negamos a realidade, e por fim, colocamos a responsabilidade da nossa vida nas mãos de outras pessoas.

Pense nisso!

Abraço e sucesso

Fernando Oliveira
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Fernando Recomenda assistir

Antes de partir – The Buckt List

Este filme estrelado pelos extraordinários atores Jack Nicholson e Morgam Freeman é de emocionar e fazer pensar. Edward Cole, (Jack Nicholson) é um milionário gestor de hospitais cujo lema é um número: dois leitos por quarto, nunca menos. Freeman é Carter Chambers, um mecânico que abandonou seus sonhos de juventude quando viu que teria uma família para alimentar. Quando os dois ficam fulminantemente doentes, seus caminhos se cruzam. E se cruzam porque, para não desonrar seu lema, Edward, o dono do hospital, acaba no mesmo quarto de Carter. O estranhamento inicial logo se transforma em apoio mútuo. Ambos têm poucos meses de vida, e só um doente terminal para entender o tipo de drama que o outro vivencia. Do nada, Edward convence Carter a fugir e botar em prática uma lista de últimos - e excêntricos - desejos antes de "baterem as botas". Nos EUA, a expressão usada nesses casos é "chutar o balde", (Buckt List) daí o título original do filme, A Lista do Balde. Esqueça os detalhes técnicos e corra pra locadora. Eu recomendo. Fonte: Omelete

Pensamento do guru

“ Diz-me com quem andas e dir-te-ei se vou contigo. "

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Onde está a essência da motivação?


Patrícia Bispo

O ser humano possui duas escolhas na vida: ficar onde está, sem evoluir um único centímetro, ou ir em busca de suas conquistas e alcançar objetivos pessoais e profissionais. Para alguns, isso é chamado de “livre arbítrio”, para outros “arregaçar as mangas e correr contra o tempo”. Não importa que denominação receba a força que move as pessoas. A motivação é algo que se alimenta do interior de cada indivíduo, e cabe a cada um a fazer o seu papel. Por outro lado, vale lembrar que no campo organizacional, as empresas também possuem uma importante parcela de colaboração para motivar os profissionais. A questão em si não é o quanto investir, mas que ações realmente fazem os indivíduos sentirem-se parte da realidade corporativa e não apenas serem meros espectadores de algo que acontece sem suas efetivas participações.
Para Gilclér Regina, consultor motivacional com mais de 20 anos de experiência na área de Recursos Humanos, o homem é um ser motivado e vencedor, vem de uma fusão de equipe, o pai e a mãe, cada um entrando com 23 cromossomos e nessa união acontece uma verdadeira explosão de 300 bilhões de gens. “Nasce aí o ser mais motivado do mundo, vencendo uma concorrência em gens equivalente a 50 populações do planeta Terra”, afirma. Em entrevista concedida ao RH.com.br, Gilclér fala sobre as origens da motivação, os fatores que reforçam ou fragilizam a sua existência no campo pessoal e organizacional.

Gilclér Regina será um dos participantes do 2º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), promovido pelo RH.com.br que acontecerá no período de 15 a 30 de maio de 2008. Na oportunidade, Gilclér participará do evento com a palestra “Agregando Valor à Gestão de sua Carreira Profissional”. Além dessa temática, outros assuntos serão focados em apresentações como networking, liderança, motivação, comunicação verbal, resiliência, espiritualidade no trabalho, inteligência emocional, além de vários temas de grande interesse para a área de Gestão de Pessoas. Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura!

RH.COM.BR - O Sr. costuma afirmar que a motivação é uma força que move as pessoas para frente, que as leva a sair da inércia. Qual fator mais influencia a motivação: o comportamental do indivíduo ou os estímulos exteriores que se recebe da organização?

Gilclér Regina - Não existe qualquer negócio no mundo que seja sucesso sem uma equipe de trabalho motivada. O ser humano nasce, cresce e vive num ambiente global e competitivo onde uns tem mais sucesso que outros. É a competição da vida. Alguns são até mais felizes que outros. Assim, no universo das empresas, penso que o vai definir o resultado é essa junção das duas situações, ou seja, da parte da empresa, criar mecanismos que trabalhem o estímulo das pessoas e da parte do funcionário entender que ele pode buscar sua diferença e que se ele estiver motivado para se preparar, buscar conhecimento, construirá uma carreira de sucesso na empresa e no mercado. Conhecimento destrói incertezas. Conhecimento com motivação constrói certezas, isto é, resultados.

RH - De onde surge a motivação humana?

Gilclér Regina - Desde que ele existe. O ser humano usou seu cérebro inicialmente para sua sobrevivência, sempre vivendo em grupos, vamos chamar aqui de família. Essa motivação persiste até os dias atuais. O Rei Salomão disse: “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”. Sempre teremos dois caminhos, vivemos em um mundo de escolhas. O abatido, o desanimado, aquele que faz “secar os ossos” muitas vezes se apresenta como um realista, sendo na verdade um grande pessimista. Felizmente o mundo dos vitoriosos, dos “corações alegres”, daqueles que constroem grandes empresas, grandes carreiras em todos os setores, são das pessoas que têm na motivação uma bandeira, trabalham sua vocação, vivem em movimento, têm motivos para agir o tempo todo.

RH - E no âmbito organizacional, quem responde pelos estímulos motivacionais?

Gilclér Regina - A primeira responsabilidade é da própria empresa e de sua liderança, que deve ter seu foco, formar um ambiente que ao mesmo tempo dê serenidade às pessoas e por outro lado provoque-as ao desempenho do trabalho, dos desafios. O ser humano vive de desafios. O sucesso já é construído com a escolha das pessoas certas. O líder nesse processo é fundamental. As pessoas trabalham muito mais em função do seu chefe do que sua marca. E a marca pessoal da liderança reflete diretamente nos resultados.

RH - O líder é o principal personagem motivador da equipe?

Gilclér Regina - O líder deve saber trabalhar com duas situações. Primeiro que ele estará diante de pessoas e estas são na sua essência muito diferentes, com reações e perfis diferentes. O que fazer? Saber aceitar as diferenças individuais e ao mesmo tempo trabalhar o potencial de cada um. Segundo, reconhecer o que a maioria de todas as lideranças no mundo reconhece, isto é, entender que o grande desafio para se atingir metas e objetivos passa por uma equipe motivada. Não se pode construir uma empresa 100% em excelência e resultados com uma equipe 50% em comprometimento com metas, em qualidade ou na aceitação dos desafios.

RH - Se o líder possui esse papel destacado na equipe, ele precisa estar sempre motivado ou sua equipe fatalmente irá se contaminar pela falta de motivação?

Gilclér Regina - Se o líder não for alguém motivado sua equipe estará morta. Ou ele, porque não vai conseguir dar seqüência ao trabalho. A motivação, mesmo sendo um estado de espírito, também está presente no ambiente de trabalho. Ninguém dá uma notícia alegre chorando como também não dá uma notícia triste com alegria e entusiasmo. É preciso ter consciência do seu papel. No meu livro “No Topo do Mundo” eu trabalhei bem isso dizendo: “Uma palavra convence... Um exemplo arrasta multidões”. O líder é o exemplo. Veja a TAM, até hoje, mesmo postumamente tem o exemplo do Rolim Amaro praticado por seus sucessores. Há pouco tempo atrás ainda se ouvia em alguns lugares o tal do “faça o que eu mando e não faça o que eu faço”. Hoje quem pensar assim está morto, literalmente.

RH - O que alimenta a motivação do ser humano?

Gilclér Regina - Nós que trabalhamos as palestras motivacionais sabemos disso, da importância que um trabalho que busque identificar toda a energia, canalizar essa energia e motivação para o conteúdo, para o trabalho, ajuda a construir ou consolidar um ser humano de sucesso. Um professor de colégio em São Paulo fez outro dia esta afirmação: “No mundo real a turma da frente acaba trabalhando para a turma do fundão”. O que é isso? No meu tempo quem sentava no fundo era o bagunceiro e o certinho e disciplinado sentava na frente. Por que o estudioso vai trabalhar para o bagunceiro? Por causa da criatividade que o bagunceiro criou pelas próprias limitações que teve de conteúdo. Ficou mais ágil. Lembro daquela história do filho que chega para o pai com o boletim todo com notas vermelhas e o pai lhe diz: “No meu tempo isso rendia uma bela de uma surra”. E o menino diz ao pai: “É isso aí pai, vamos lá dar um cacete no professor”. Esse é lado da saída, do motivado que está pronto aos desafios da vida. Quando conseguimos via motivação, juntar as peças o sucesso está feito. Quando você consegue reunir a criatividade e a motivação de quem senta atrás com a disciplina e o conteúdo de quem senta na frente, acaba tornando-se imbatível.

RH - Existe uma oscilação nos fatores motivacionais?

Gilclér Regina - É verdade, isso vem do próprio ser humano que desde que nasce, convive com momentos em que tem medo e em outros está em euforia. Vive momentos de saúde e de doença. Vive em um mundo onde um dia chove e no outro faz sol. E diante destas incertezas, constrói o seu estado de espírito. É importante ter essa consciência para não perder o rumo, ter sempre em pauta o foco, nunca sair do seu foco. Perguntar-se: qual é o meu negócio? O fundador da marca de cosméticos conhecida mundialmente “Revlon”, Charles Revlon, disse: “Nas fábricas produzimos cosméticos. Nas lojas vendemos esperança”. Tinha claro que uma coisa é o produto que fabrica outra coisa é o que as pessoas compram. Isso é foco. Em plena recessão americana, Sam Walton, fundador do Wal Mart, o maior faturamento do mundo, disse: “Ouvi falar muito ultimamente sobre recessão, fiz uma reunião com a minha diretoria e resolvemos não participar”. Ele tinha claro que o mundo ao seu redor estava ruindo, mas o seu foco era o positivo. Essa consciência do negativo sem perder o foco do positivo é a razão do sucesso de muitos. Mesmo sabendo que existe altos e baixos, o positivo se alimenta do negativo. Se você ficar doente irá gastar seu dinheiro na farmácia ou com o médico.

RH - Quais são os principais indicadores que revelam uma equipe motivada?

Gilclér Regina - São vários os indicadores como qualidade, produtividade, baixo turnover, maior responsabilidade social da equipe de trabalho em consonância com o marketing da empresa, saúde das pessoas, reduzido índice de pessoas com atestado médico ou encostados na previdência, uma equipe consciente para aceitar e trabalhar melhor novos desafios, paixão das pessoas que trabalham e que se nota por certo brilho no olhar e essencialmente resultados, seja de lucro final, de participação em mercado, seja de satisfação interna e clima de camaradagem que propicia um crescimento sustentado, verdadeiro, sucesso em longo prazo.

RH - Quais fatores identificam a falta de motivação e colocam em risco o dia-a-dia corporativo?

Gilclér Regina - Acredito que tudo vá estourar no resultado final, vivemos não de promessas, nem de palavras ou desculpas. Vivemos de resultados. Porém, essa identificação é mais visível quando não há comprometimento com o trabalho, com a qualidade, com as ações estratégicas da empresa. Vai tudo estourar lá, no balanço. As empresas têm problemas de motivação e nem sempre buscam melhorar a sua motivação interna, não promovem eventos voltados para o seu pessoal. Investem milhões numa frota de caminhões e não investem dez mil reais no treinamento de motoristas que, muitas vezes, por problemas de comportamento, falta de atitude e motivação, de ética, desviam combustíveis, estouram os pneus, estouram os diferenciais e até procuram burlar o satélite. Nos eventos motivacionais você pode colocar do presidente ao copeiro ou a faxineira e tendem a falar mais do negócio, da empresa, seus conflitos, suas verdades. O ser humano quer participar e não apenas ser um figurante. E quem participa, quer estar diretamente relacionado à ação, aos resultados.

RH - O Sr. gostaria de deixar um recado para quem busca o "tesouro" chamado motivação?

Gilclér Regina - Tenho uma frase no meu livro “No Topo do Mundo” em que eu disse assim: “Uma pessoa que sonha é mais forte do que aquele que possui todos os fatos”. O tesouro é sonhar de olhos bem abertos e trabalhar para isso acontecer. Como disse o Abílio Diniz: “Enquanto alguns sonham com o sucesso nós acordamos cedo para fazê-lo”. Os realistas estão a caminho. Os sonhadores já chegaram lá. Na vida nós temos dois grandes milagres diários, o nascer do sol e o pôr-do-sol. Isso por si só já mostra que Deus nos deu motivação de sobra para fazer sucesso. Ninguém nasceu para ficar rastejando-se ao chão. Nós nascemos para voar alto. Detalhe: a decisão de ir em frente, buscar o “tesouro” é de cada um.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Marketing Social - uma oportunidade à vista

Marketing Social - uma oportunidade à vista
MARKETING SOCIAL - UMA OPORTUNIDADE À VISTA

Marketing Social - uma oportunidade à vista

Já é lugar comum dizer que o emprego acabou; este, da forma como o conhecemos, de carteira assinada e outros ganhos. Sabemos inclusive de pesquisa que conclui que, em torno do ano 2005, somente 5% do trabalho formalizado existirá. Os pessimistas dirão : o que será dos 95% restantes ? É verdade que todos nós, toda a sociedade precisa pensar seriamente na porcentagem destes "restantes", que serão os excluídos, e o serão por absoluta falta de conhecimento, de educação formal que os inclua ou que os capacite a construir novas alternativas de uma vida digna.

Porém, parte deste raciocínio também vale para aqueles que, presumidamente, têm este conhecimento, ou possuem uma capacitação dada por um curso superior e estão na postura pessimista, ou melhor, desesperançada e paralisada. As alternativas existem, a sociedade está carente de novas idéias e de pessoas que assumam o papel de construtores de um mundo melhor, tanto para si mesmos quanto para aqueles menos preparados. Uma das dificuldades é que as nossas Universidades ainda estão formando pessoas passivas, pouco reflexivas, consumidoras da cultura do emprego(mesmo que esse não lhe traga realização pessoal e social). Aliás, não só as escolas, mas as instituições responsáveis pela "educação" do ser humano, de uma maneira geral, "educam" reprodutores e não "sujeitos". Habermas sintetiza no sentido de que nossa sociedade não deseja e nem alimenta pessoas que andem de cabeça erguida.

Sabendo disso, no entanto, não podemos "culpar" a sociedade (uma abstração!...) e nos desculparmos. NÓS somos a sociedade, ativa ou passivamente somos agentes, reprodutores ou transformadores. Dito de outra forma, a consciência de sermos ‘objetos’, reprodutores da sociedade e da cultura pode trazer-nos a responsabilidade de passarmos a ‘sujeitos’, ativos e transformadores.

Penso que isso tudo tem a ver com apropriação da própria vida e prática da cidadania. E vale para todas as pessoas : para as que estão saindo dos cursos superiores, para empresários, para pessoas que participam de algum movimento social, comunitário, etc. Para tanto há que se usar da criatividade, que é ilimitada. Usá-la como se usa um músculo, que cumpre de forma eficaz sua função justamente quando está sempre sendo usado, ou como todo o nosso corpo, que parece oxidar-se quando ficamos dois dias numa cama por causa de uma febre, ou (dizem) como os nossos neurônios (que também precisam ser usados para manterem-se atuantes).

Para estas pessoas , especificamente empresários, e profissionais da área humana que possam estar sofrendo de falta de perspectiva, quero colocar um exemplo prático das possibilidades de trabalho em vez de emprego : você, empresário, você, profissional desta área, sabe o que é MARKETING SOCIAL ?

Trata-se de uma área de atuação profissional bastante nova no Brasil, assim como de uma possibilidade para as empresas que estão crescendo, de exercerem uma ação inteligente e estratégica, através da associação do seu produto ou serviço a uma imagem de comprometimento com o social. Do ponto de vista do consumidor, ainda não chegamos lá, mas estamos caminhando para o cliente conscientizado, que prefere consumir da empresa que reinveste parte do seu lucro em prol da comunidade.

Matéria recente da Revista Você S/A(ed.20-fev.2000) sobre o assunto causou boa repercussão em empresas e instituições, assim como abriu possibilidades para profissionais da área humana, tendo até sido "a luz no fim do túnel" para profissional que se encontrava perdido, conforme cartas de leitores. A matéria esclarece que Marketing Social NÃO É filantropia, não é trabalho voluntário e não se destina a apoiar instituições de caridade. Trata-se, num conceito simples, da "forma que as empresas podem encontrar para investir em programas de ajuda à comunidade". Esta forma pode ser uma campanha, pode ser um serviço de utilidade pública, pode ser um projeto cultural, enfim, o atendimento a alguma "carência" daquela comunidade onde se insere a empresa. Por outro lado, o profissional de marketing social é aquela pessoa que busca o que precisa ser feito, monta um projeto, traça uma estratégia e ‘vende’ este projeto à empresa, isto é, convence-a a implantá-lo.

Concluindo, é um negócio do tipo ganha-ganha : ganha a comunidade, ganha a empresa, ganha o profissional. É a sociedade civil se organizando e construindo maneiras alternativas de viver melhor, de conviver e participar, é o ‘despertar coletivo para ações que envolvem a cidadania’. Já existem, no Brasil, empresas especializadas em Marketing Social, e outras (como a nossa) que se adaptam ao perfil necessário para uma empresa deste tipo e procuram parcerias para o desenvolvimento deste trabalho.

As oportunidades são inúmeras, as chances não param de crescer, o trabalho não está pronto, está para ser construído, é árduo, porém recompensador. Há que se olhar e agir na nossa realidade com a lente do otimismo, e veremos e construiremos possibilidades, em vez de ficarmos paralisados na postura reclamatória e de vítima.

Santuza Fernandes Rodrigues, Psicóloga e Consultora
pela S&T Consultoria Organizacional e Humana,
www.geocities.com/stconsultoria, stconsul@brfree.com.br

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Genuinamente Piauiense!!!

OLá Pessoas!

Resolvi criar um blogger, inspirada em alguns profissionais brilhantes, como meio de divulgação de meus trabalhos, cursos interessantes que venham a se realizar em nossa cidade, Teresina-PI principalmente, bem como em outras regiões, desde que sejam merecedores de divulgação e ainda: artigos, links atuais relacionados a recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, palestras, teatro, coisas da terra.
A proposta é bem interessante e com certeza vai ajudar muita gente interessada em aprender, inovar, empreender, parceiros do rh, psicológos, gestores, aqueles que se sentirem a vontade com nossas temática.
Bons Estudos!! Boas Pesquisas! E Participem do e-grupo: Parceiros do RH - parceirosdorh@yahoogroupos.com

Abraços e Toda a Sorte!

Celiane Abreu