sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sua vida depende disso!

Aposto que existem muitas situações diferentes que o deixam frustrado. Mas você já parou para pensar porque é que existe frustração?Porque é que ficamos frustrados? Porque é que temos essa emoção dentro do nosso repertório emocional? Ela certamente não nos traz prazer. Então para que ela existe?Segundo Ralph Marston, é porque a frustração nos dá foco. Não importa o que cause a frustração, seu propósito é estimular ações positivas. Se não tivéssemos a capacidade de nos sentirmos frustrados, teríamos que suportar eternamente esses fatores negativos. Para Marston, a frustração nos mostra que há algo errado, e que temos que agir para mudar isso. Afinal, a frustração só acontece quando a realidade não se encaixa com o que esperávamos da vida.Quando alguma coisa derrubá-lo, a melhor coisa a fazer é voltar a levantar-se. Pessoas de sucesso passam por tantas dificuldades quanto qualquer um, se não mais. Segundo Marston, a diferença entre o sucesso e o fracasso não é o número de vezes que você é derrubado. A diferença está na velocidade com que você se levanta. Dificuldades não devem ser desculpas para não tentar - são desafios para avançar. É fácil reclamar quando você sofre um desapontamento. Fácil e inútil. É fácil encontrar algo ou alguém em quem jogar a culpa. Mas isso raramente melhora a situação.Você tem nas suas mãos todas as habilidades necessárias para ser tudo o que quiser ser. Norman Vincent Peale disse "Mude seus pensamentos e você muda seu mundo". Entretanto, podemos ir um passo além: mude suas ações e você muda seu destino.Suas ações revelam a dedicação e as verdadeiras prioridades na sua vida. Elas criam a substância do seu destino. Suas ações fazem toda a diferença no resultado final, e estão completamente sob o seu controle. A qualidade da sua vida é determinada pela qualidade e consistência das suas ações, não apenas de seus pensamentos. Agir sem pensar é ignorância. Pensar e não agir é pura ilusão. Então pense e tome ações positivas todos os dias, como se a sua vida dependesse disso. Porque ela depende.

Raúl Candeloro

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Assuma a responsabilidade pelo seu sucesso

"Porque que vários profissionais das mais diversas áreas se dizem injustiçados quando não conseguem a tal sonhada promoção? A resposta está em como cada um deles têm assumido a responsabilidade e o compromisso de fazer um pouco mais, sem esperar “aplausos” o tempo todo.
Anualmente milhares de brasileiros saem do país em busca de melhores oportunidades, nos Estados Unidos, Europa e Japão. Quando chegam, lutam para conseguir um emprego, ficam na ilegalidade (muitos são mal tratados), e quando conseguem um trabalho, se dedicam arduamente para juntar dinheiro e só então voltar ao país. A questão é; se as pessoas ficam tão dispostas a dar o melhor de si fora do Brasil, porque não fazem o mesmo aqui, onde falam a mesma língua e as oportunidades acontecem a todo o momento?
A verdade é que se você tem muitas facilidades, tais como, casa, comida e “roupa lavada”, talvez não descubra um forte motivo para dar o melhor de si. Dizem por ai que a necessidade é mãe da habilidade. Isso significa que para dar o melhor de si, você precisa pegar para si a responsabilidade de fazer acontecer.
Você conhece alguém que começou em um novo trabalho cheio de entusiasmo e vontade de fazer acontecer, mas depois de algumas semanas já entrou na “onda” dos outros? Alguns reclamam de que foram contaminados pela negatividade dos funcionários mais antigos, outros dizem que foram boicotados pelo chefe. O fato é que todos os dias, nós temos a oportunidade de escolher como iremos lidar com todas essas situações. De que forma? Assumindo 100% a responsabilidade por nosso próprio sucesso e aprendendo a tomar decisões superiores que, aliás, são as únicas coisas que temos pleno controle.
O filósofo de negócios e autor de sucesso, o norte americano, Jim Rohn, diz que uma decisão pode mudar completamente o rumo de nossas vidas. Estamos a todo o momento construindo nosso futuro, mas poucas vezes nos damos conta de como é importante refletir antes de fazer algumas coisas. Procrastinamos, evitamos as responsabilidades, negamos a realidade, e por fim, colocamos a responsabilidade da nossa vida nas mãos de outras pessoas.

Pense nisso!

Abraço e sucesso

Fernando Oliveira
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Fernando Recomenda assistir

Antes de partir – The Buckt List

Este filme estrelado pelos extraordinários atores Jack Nicholson e Morgam Freeman é de emocionar e fazer pensar. Edward Cole, (Jack Nicholson) é um milionário gestor de hospitais cujo lema é um número: dois leitos por quarto, nunca menos. Freeman é Carter Chambers, um mecânico que abandonou seus sonhos de juventude quando viu que teria uma família para alimentar. Quando os dois ficam fulminantemente doentes, seus caminhos se cruzam. E se cruzam porque, para não desonrar seu lema, Edward, o dono do hospital, acaba no mesmo quarto de Carter. O estranhamento inicial logo se transforma em apoio mútuo. Ambos têm poucos meses de vida, e só um doente terminal para entender o tipo de drama que o outro vivencia. Do nada, Edward convence Carter a fugir e botar em prática uma lista de últimos - e excêntricos - desejos antes de "baterem as botas". Nos EUA, a expressão usada nesses casos é "chutar o balde", (Buckt List) daí o título original do filme, A Lista do Balde. Esqueça os detalhes técnicos e corra pra locadora. Eu recomendo. Fonte: Omelete

Pensamento do guru

“ Diz-me com quem andas e dir-te-ei se vou contigo. "

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Onde está a essência da motivação?


Patrícia Bispo

O ser humano possui duas escolhas na vida: ficar onde está, sem evoluir um único centímetro, ou ir em busca de suas conquistas e alcançar objetivos pessoais e profissionais. Para alguns, isso é chamado de “livre arbítrio”, para outros “arregaçar as mangas e correr contra o tempo”. Não importa que denominação receba a força que move as pessoas. A motivação é algo que se alimenta do interior de cada indivíduo, e cabe a cada um a fazer o seu papel. Por outro lado, vale lembrar que no campo organizacional, as empresas também possuem uma importante parcela de colaboração para motivar os profissionais. A questão em si não é o quanto investir, mas que ações realmente fazem os indivíduos sentirem-se parte da realidade corporativa e não apenas serem meros espectadores de algo que acontece sem suas efetivas participações.
Para Gilclér Regina, consultor motivacional com mais de 20 anos de experiência na área de Recursos Humanos, o homem é um ser motivado e vencedor, vem de uma fusão de equipe, o pai e a mãe, cada um entrando com 23 cromossomos e nessa união acontece uma verdadeira explosão de 300 bilhões de gens. “Nasce aí o ser mais motivado do mundo, vencendo uma concorrência em gens equivalente a 50 populações do planeta Terra”, afirma. Em entrevista concedida ao RH.com.br, Gilclér fala sobre as origens da motivação, os fatores que reforçam ou fragilizam a sua existência no campo pessoal e organizacional.

Gilclér Regina será um dos participantes do 2º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), promovido pelo RH.com.br que acontecerá no período de 15 a 30 de maio de 2008. Na oportunidade, Gilclér participará do evento com a palestra “Agregando Valor à Gestão de sua Carreira Profissional”. Além dessa temática, outros assuntos serão focados em apresentações como networking, liderança, motivação, comunicação verbal, resiliência, espiritualidade no trabalho, inteligência emocional, além de vários temas de grande interesse para a área de Gestão de Pessoas. Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura!

RH.COM.BR - O Sr. costuma afirmar que a motivação é uma força que move as pessoas para frente, que as leva a sair da inércia. Qual fator mais influencia a motivação: o comportamental do indivíduo ou os estímulos exteriores que se recebe da organização?

Gilclér Regina - Não existe qualquer negócio no mundo que seja sucesso sem uma equipe de trabalho motivada. O ser humano nasce, cresce e vive num ambiente global e competitivo onde uns tem mais sucesso que outros. É a competição da vida. Alguns são até mais felizes que outros. Assim, no universo das empresas, penso que o vai definir o resultado é essa junção das duas situações, ou seja, da parte da empresa, criar mecanismos que trabalhem o estímulo das pessoas e da parte do funcionário entender que ele pode buscar sua diferença e que se ele estiver motivado para se preparar, buscar conhecimento, construirá uma carreira de sucesso na empresa e no mercado. Conhecimento destrói incertezas. Conhecimento com motivação constrói certezas, isto é, resultados.

RH - De onde surge a motivação humana?

Gilclér Regina - Desde que ele existe. O ser humano usou seu cérebro inicialmente para sua sobrevivência, sempre vivendo em grupos, vamos chamar aqui de família. Essa motivação persiste até os dias atuais. O Rei Salomão disse: “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”. Sempre teremos dois caminhos, vivemos em um mundo de escolhas. O abatido, o desanimado, aquele que faz “secar os ossos” muitas vezes se apresenta como um realista, sendo na verdade um grande pessimista. Felizmente o mundo dos vitoriosos, dos “corações alegres”, daqueles que constroem grandes empresas, grandes carreiras em todos os setores, são das pessoas que têm na motivação uma bandeira, trabalham sua vocação, vivem em movimento, têm motivos para agir o tempo todo.

RH - E no âmbito organizacional, quem responde pelos estímulos motivacionais?

Gilclér Regina - A primeira responsabilidade é da própria empresa e de sua liderança, que deve ter seu foco, formar um ambiente que ao mesmo tempo dê serenidade às pessoas e por outro lado provoque-as ao desempenho do trabalho, dos desafios. O ser humano vive de desafios. O sucesso já é construído com a escolha das pessoas certas. O líder nesse processo é fundamental. As pessoas trabalham muito mais em função do seu chefe do que sua marca. E a marca pessoal da liderança reflete diretamente nos resultados.

RH - O líder é o principal personagem motivador da equipe?

Gilclér Regina - O líder deve saber trabalhar com duas situações. Primeiro que ele estará diante de pessoas e estas são na sua essência muito diferentes, com reações e perfis diferentes. O que fazer? Saber aceitar as diferenças individuais e ao mesmo tempo trabalhar o potencial de cada um. Segundo, reconhecer o que a maioria de todas as lideranças no mundo reconhece, isto é, entender que o grande desafio para se atingir metas e objetivos passa por uma equipe motivada. Não se pode construir uma empresa 100% em excelência e resultados com uma equipe 50% em comprometimento com metas, em qualidade ou na aceitação dos desafios.

RH - Se o líder possui esse papel destacado na equipe, ele precisa estar sempre motivado ou sua equipe fatalmente irá se contaminar pela falta de motivação?

Gilclér Regina - Se o líder não for alguém motivado sua equipe estará morta. Ou ele, porque não vai conseguir dar seqüência ao trabalho. A motivação, mesmo sendo um estado de espírito, também está presente no ambiente de trabalho. Ninguém dá uma notícia alegre chorando como também não dá uma notícia triste com alegria e entusiasmo. É preciso ter consciência do seu papel. No meu livro “No Topo do Mundo” eu trabalhei bem isso dizendo: “Uma palavra convence... Um exemplo arrasta multidões”. O líder é o exemplo. Veja a TAM, até hoje, mesmo postumamente tem o exemplo do Rolim Amaro praticado por seus sucessores. Há pouco tempo atrás ainda se ouvia em alguns lugares o tal do “faça o que eu mando e não faça o que eu faço”. Hoje quem pensar assim está morto, literalmente.

RH - O que alimenta a motivação do ser humano?

Gilclér Regina - Nós que trabalhamos as palestras motivacionais sabemos disso, da importância que um trabalho que busque identificar toda a energia, canalizar essa energia e motivação para o conteúdo, para o trabalho, ajuda a construir ou consolidar um ser humano de sucesso. Um professor de colégio em São Paulo fez outro dia esta afirmação: “No mundo real a turma da frente acaba trabalhando para a turma do fundão”. O que é isso? No meu tempo quem sentava no fundo era o bagunceiro e o certinho e disciplinado sentava na frente. Por que o estudioso vai trabalhar para o bagunceiro? Por causa da criatividade que o bagunceiro criou pelas próprias limitações que teve de conteúdo. Ficou mais ágil. Lembro daquela história do filho que chega para o pai com o boletim todo com notas vermelhas e o pai lhe diz: “No meu tempo isso rendia uma bela de uma surra”. E o menino diz ao pai: “É isso aí pai, vamos lá dar um cacete no professor”. Esse é lado da saída, do motivado que está pronto aos desafios da vida. Quando conseguimos via motivação, juntar as peças o sucesso está feito. Quando você consegue reunir a criatividade e a motivação de quem senta atrás com a disciplina e o conteúdo de quem senta na frente, acaba tornando-se imbatível.

RH - Existe uma oscilação nos fatores motivacionais?

Gilclér Regina - É verdade, isso vem do próprio ser humano que desde que nasce, convive com momentos em que tem medo e em outros está em euforia. Vive momentos de saúde e de doença. Vive em um mundo onde um dia chove e no outro faz sol. E diante destas incertezas, constrói o seu estado de espírito. É importante ter essa consciência para não perder o rumo, ter sempre em pauta o foco, nunca sair do seu foco. Perguntar-se: qual é o meu negócio? O fundador da marca de cosméticos conhecida mundialmente “Revlon”, Charles Revlon, disse: “Nas fábricas produzimos cosméticos. Nas lojas vendemos esperança”. Tinha claro que uma coisa é o produto que fabrica outra coisa é o que as pessoas compram. Isso é foco. Em plena recessão americana, Sam Walton, fundador do Wal Mart, o maior faturamento do mundo, disse: “Ouvi falar muito ultimamente sobre recessão, fiz uma reunião com a minha diretoria e resolvemos não participar”. Ele tinha claro que o mundo ao seu redor estava ruindo, mas o seu foco era o positivo. Essa consciência do negativo sem perder o foco do positivo é a razão do sucesso de muitos. Mesmo sabendo que existe altos e baixos, o positivo se alimenta do negativo. Se você ficar doente irá gastar seu dinheiro na farmácia ou com o médico.

RH - Quais são os principais indicadores que revelam uma equipe motivada?

Gilclér Regina - São vários os indicadores como qualidade, produtividade, baixo turnover, maior responsabilidade social da equipe de trabalho em consonância com o marketing da empresa, saúde das pessoas, reduzido índice de pessoas com atestado médico ou encostados na previdência, uma equipe consciente para aceitar e trabalhar melhor novos desafios, paixão das pessoas que trabalham e que se nota por certo brilho no olhar e essencialmente resultados, seja de lucro final, de participação em mercado, seja de satisfação interna e clima de camaradagem que propicia um crescimento sustentado, verdadeiro, sucesso em longo prazo.

RH - Quais fatores identificam a falta de motivação e colocam em risco o dia-a-dia corporativo?

Gilclér Regina - Acredito que tudo vá estourar no resultado final, vivemos não de promessas, nem de palavras ou desculpas. Vivemos de resultados. Porém, essa identificação é mais visível quando não há comprometimento com o trabalho, com a qualidade, com as ações estratégicas da empresa. Vai tudo estourar lá, no balanço. As empresas têm problemas de motivação e nem sempre buscam melhorar a sua motivação interna, não promovem eventos voltados para o seu pessoal. Investem milhões numa frota de caminhões e não investem dez mil reais no treinamento de motoristas que, muitas vezes, por problemas de comportamento, falta de atitude e motivação, de ética, desviam combustíveis, estouram os pneus, estouram os diferenciais e até procuram burlar o satélite. Nos eventos motivacionais você pode colocar do presidente ao copeiro ou a faxineira e tendem a falar mais do negócio, da empresa, seus conflitos, suas verdades. O ser humano quer participar e não apenas ser um figurante. E quem participa, quer estar diretamente relacionado à ação, aos resultados.

RH - O Sr. gostaria de deixar um recado para quem busca o "tesouro" chamado motivação?

Gilclér Regina - Tenho uma frase no meu livro “No Topo do Mundo” em que eu disse assim: “Uma pessoa que sonha é mais forte do que aquele que possui todos os fatos”. O tesouro é sonhar de olhos bem abertos e trabalhar para isso acontecer. Como disse o Abílio Diniz: “Enquanto alguns sonham com o sucesso nós acordamos cedo para fazê-lo”. Os realistas estão a caminho. Os sonhadores já chegaram lá. Na vida nós temos dois grandes milagres diários, o nascer do sol e o pôr-do-sol. Isso por si só já mostra que Deus nos deu motivação de sobra para fazer sucesso. Ninguém nasceu para ficar rastejando-se ao chão. Nós nascemos para voar alto. Detalhe: a decisão de ir em frente, buscar o “tesouro” é de cada um.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Marketing Social - uma oportunidade à vista

Marketing Social - uma oportunidade à vista
MARKETING SOCIAL - UMA OPORTUNIDADE À VISTA

Marketing Social - uma oportunidade à vista

Já é lugar comum dizer que o emprego acabou; este, da forma como o conhecemos, de carteira assinada e outros ganhos. Sabemos inclusive de pesquisa que conclui que, em torno do ano 2005, somente 5% do trabalho formalizado existirá. Os pessimistas dirão : o que será dos 95% restantes ? É verdade que todos nós, toda a sociedade precisa pensar seriamente na porcentagem destes "restantes", que serão os excluídos, e o serão por absoluta falta de conhecimento, de educação formal que os inclua ou que os capacite a construir novas alternativas de uma vida digna.

Porém, parte deste raciocínio também vale para aqueles que, presumidamente, têm este conhecimento, ou possuem uma capacitação dada por um curso superior e estão na postura pessimista, ou melhor, desesperançada e paralisada. As alternativas existem, a sociedade está carente de novas idéias e de pessoas que assumam o papel de construtores de um mundo melhor, tanto para si mesmos quanto para aqueles menos preparados. Uma das dificuldades é que as nossas Universidades ainda estão formando pessoas passivas, pouco reflexivas, consumidoras da cultura do emprego(mesmo que esse não lhe traga realização pessoal e social). Aliás, não só as escolas, mas as instituições responsáveis pela "educação" do ser humano, de uma maneira geral, "educam" reprodutores e não "sujeitos". Habermas sintetiza no sentido de que nossa sociedade não deseja e nem alimenta pessoas que andem de cabeça erguida.

Sabendo disso, no entanto, não podemos "culpar" a sociedade (uma abstração!...) e nos desculparmos. NÓS somos a sociedade, ativa ou passivamente somos agentes, reprodutores ou transformadores. Dito de outra forma, a consciência de sermos ‘objetos’, reprodutores da sociedade e da cultura pode trazer-nos a responsabilidade de passarmos a ‘sujeitos’, ativos e transformadores.

Penso que isso tudo tem a ver com apropriação da própria vida e prática da cidadania. E vale para todas as pessoas : para as que estão saindo dos cursos superiores, para empresários, para pessoas que participam de algum movimento social, comunitário, etc. Para tanto há que se usar da criatividade, que é ilimitada. Usá-la como se usa um músculo, que cumpre de forma eficaz sua função justamente quando está sempre sendo usado, ou como todo o nosso corpo, que parece oxidar-se quando ficamos dois dias numa cama por causa de uma febre, ou (dizem) como os nossos neurônios (que também precisam ser usados para manterem-se atuantes).

Para estas pessoas , especificamente empresários, e profissionais da área humana que possam estar sofrendo de falta de perspectiva, quero colocar um exemplo prático das possibilidades de trabalho em vez de emprego : você, empresário, você, profissional desta área, sabe o que é MARKETING SOCIAL ?

Trata-se de uma área de atuação profissional bastante nova no Brasil, assim como de uma possibilidade para as empresas que estão crescendo, de exercerem uma ação inteligente e estratégica, através da associação do seu produto ou serviço a uma imagem de comprometimento com o social. Do ponto de vista do consumidor, ainda não chegamos lá, mas estamos caminhando para o cliente conscientizado, que prefere consumir da empresa que reinveste parte do seu lucro em prol da comunidade.

Matéria recente da Revista Você S/A(ed.20-fev.2000) sobre o assunto causou boa repercussão em empresas e instituições, assim como abriu possibilidades para profissionais da área humana, tendo até sido "a luz no fim do túnel" para profissional que se encontrava perdido, conforme cartas de leitores. A matéria esclarece que Marketing Social NÃO É filantropia, não é trabalho voluntário e não se destina a apoiar instituições de caridade. Trata-se, num conceito simples, da "forma que as empresas podem encontrar para investir em programas de ajuda à comunidade". Esta forma pode ser uma campanha, pode ser um serviço de utilidade pública, pode ser um projeto cultural, enfim, o atendimento a alguma "carência" daquela comunidade onde se insere a empresa. Por outro lado, o profissional de marketing social é aquela pessoa que busca o que precisa ser feito, monta um projeto, traça uma estratégia e ‘vende’ este projeto à empresa, isto é, convence-a a implantá-lo.

Concluindo, é um negócio do tipo ganha-ganha : ganha a comunidade, ganha a empresa, ganha o profissional. É a sociedade civil se organizando e construindo maneiras alternativas de viver melhor, de conviver e participar, é o ‘despertar coletivo para ações que envolvem a cidadania’. Já existem, no Brasil, empresas especializadas em Marketing Social, e outras (como a nossa) que se adaptam ao perfil necessário para uma empresa deste tipo e procuram parcerias para o desenvolvimento deste trabalho.

As oportunidades são inúmeras, as chances não param de crescer, o trabalho não está pronto, está para ser construído, é árduo, porém recompensador. Há que se olhar e agir na nossa realidade com a lente do otimismo, e veremos e construiremos possibilidades, em vez de ficarmos paralisados na postura reclamatória e de vítima.

Santuza Fernandes Rodrigues, Psicóloga e Consultora
pela S&T Consultoria Organizacional e Humana,
www.geocities.com/stconsultoria, stconsul@brfree.com.br

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Genuinamente Piauiense!!!

OLá Pessoas!

Resolvi criar um blogger, inspirada em alguns profissionais brilhantes, como meio de divulgação de meus trabalhos, cursos interessantes que venham a se realizar em nossa cidade, Teresina-PI principalmente, bem como em outras regiões, desde que sejam merecedores de divulgação e ainda: artigos, links atuais relacionados a recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, palestras, teatro, coisas da terra.
A proposta é bem interessante e com certeza vai ajudar muita gente interessada em aprender, inovar, empreender, parceiros do rh, psicológos, gestores, aqueles que se sentirem a vontade com nossas temática.
Bons Estudos!! Boas Pesquisas! E Participem do e-grupo: Parceiros do RH - parceirosdorh@yahoogroupos.com

Abraços e Toda a Sorte!

Celiane Abreu